Ontem assisti ao show Almanaque Popular, com Luizinho Santos e Octeto*.

Primeiro, como é bom ir ao Goethe, em Porto Alegre, A chegada é acolhedora, o Bar do Fernando com acepipes castelhanos, boa música e boa cerveja. O espaço bacana. Tudo isso aliado a minha cumplicidade com este lugar onde estive muitas vezes com nossos espetáculos brechtianos. Uma mistura de saudade e alegria.

O show, muito bom. Dos oito, piano, baixo e bateria e muitos sopros. Para mim, uma equação estranha e encantadora. Trombone, trompete, sax de vários tons, flauta e o sedutor clarinete.

O instrumento de sopro revela o ar, cria a expressão no rosto, mostra a voz. Lembrei do Niemeyer, a vida é um sopro.

Bacana, mesmo. E o Boina Galli que me levou.

*Luizinho Santos (direção musical/saxofones e Flautas),César Audi (bateria), Bethy Krieger (piano) e Lucas Esvael (baixo), J. C. Charão (trombone),  Alex Anjinho (trompete), Gustavo Müller (sax barítono e tenor) e Marcelo Bruno (clarinete).

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